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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Noticia

Ricardo Barros no Ministério da Cidade


Ainda não foi desta vez que o maringaense assumiu o ministério da Cidade, conforme estava previsto.



Vamos aguardar o segundo turno?

Talvez com a reforma que a presidenta Dilma esta pretendendo, o Ricardo Barros possa assumir um outro ministério.



Vereadores suspenso

O vereador João Alves Correa e Wellington d Andrade, foram suspensos por falta de presença no plenário.





Hossokawa aplica multa

14 dias de salários descontados do John e 23 dias do Wellington, foi a multa aplicada nos faltosos.





Burocracia retarda posse de Balbinotti

O deputado Pé Vermelho foi a Brasília detalhar a sua posse em substituição ao falecido Deputado Micheletto.





Falta atestado de óbito

Enquanto não chegar em Brasília com atestado de óbito do saudoso Deputado Moacir Micheletto, o Deputado Balbinotti, substituto legal do parlamentar falecido, não poderá tomar acento no Plenário.





Novo Ministro da Cidade

O deputado Agnaldo Ribeiro nem assumiu a cadeira de Ministro, já esta denunciado de favorecimento a parentes na sua base eleitoral.





Trair agem com Luxemburgo

Joel Santana já sabia que iria assumir o lugar de Vanderlei Luxemburgo, numa atitude ante época o novo treinador estava sondando o dia a dia do moribundo técnico Luxemburgo.





Ronaldinho Gaúcho com moral

Só voltou a jogar no Flamengo sobre a promessa da presidente Patrícia Amorin demetir Luxemburgo.





A moda agora vai pegar

Jogador briga com técnico e perde a cabeça do treinador.







Falta comando no Flamengo

Já faz tempo que o Flamengo necessita de um presidente do saco roxo.

Agora quem manda são os jogadores.

Morre Aníbal Verri

O alfaiate e pioneiro maringaense Aníbal Verri faleceu por volta das 14h de hoje. Casado com a funcionária pública aposentada Elza e pai de três filhos, Rogério, Anibal Jr e Renato, morreu aos 71 anos de problemas cardíacos. Aníbal, tio do vereador Mário Verri e do deputado estadual Enio Verri, está sendo velado no Prever.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Polícia detém quatro suspeitos de abusar de duas adolescentes em MT

A Polícia Militar apreendeu quatro adolescentes, de 11 a 15 anos, nesta quinta-feira (2) no residencial Cláudio Marchetti, no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá, suspeitos de violentar sexualmente duas meninas de 13 anos depois de dar bebida alcoólica a elas. Uma das vítimas informou, de acordo com a polícia, que os menores as ameaçaram com um facão e um deles a amordaçou com um pano.


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Suspeito de abusar sexualmente de criança de 4 anos é preso em MT

Suspeito é preso por estupro em MT após ser flagrado por marido de vítima

A denúncia foi feita à PM pela tia de uma das vítimas. A mulher de 31 anos disse à polícia que a adolescente está sob responsabilidade dela e que quando chegou em casa a encontrou caída no chão, inconsciente e seminua. Segundo a polícia, a outra vítima alegou que elas estavam na casa de um dos suspeitos de 15 anos quando ocorreu o crime.

Quando os policiais chegaram na residência não havia ninguém e foram informados que a vítima já tinha sido levada para a policlínica do bairro Planalto, na capital. Após estar consciente, a garota afirmou à polícia que depois de ter sido amordaçada com um pano não se lembra mais de nada do que ocorreu.

A outra vítima, que estava acompanhada da mãe, confirmou o que a amiga havia dito e indicou os suspeitos do crime, que foram detidos e conduzidos até a Central de Flagrantes para prestar depoimento à Polícia Civil. De acordo com a delegada Juliana Chiquito Palhares, da Delegacia Metropolitana de Cuiabá, os suspeitos foram autuados por estupro de vulnerável e devem ser encaminhados à Delegacia Especializada do Adolescente (DEA).

"Elas [vítimas] já fizeram o exame de corpo de delito que indicou que há sinais da prática sexual", pontuou a delegada ao G1

Veja os 10 motivos que levaram à saída de Luxemburgo do Flamengo

A demissão de Vanderlei Luxemburgo, que já se desenhava desde a pré-temporada do Flamengo em Londrina, em janeiro, teve contribuição de diversos fatores. A má relação com dirigentes e também com o craque da equipe, Ronaldinho Gaúcho, além de trocas de farpas públicas, falta de respaldo da diretoria, atrasos de pagamentos, são alguns dos itens desta relação que encerrou precocemente o contrato do técnico, que iria até dezembro de 2012.




A multa rescisória gira em torno de R$ 4 milhões e Luxemburgo tinha vencimentos de aproximadamente R$ 500 mil mensais, além de luvas a vencer nos meses de dezembro a fevereiro, de 2010 a 2012, no valor de R$ 625 mil.
Leia ainda: Titular do ataque, Deivid entra na Justiça contra o Flamengo
 
A situação azedou de vez na quarta-feira à tarde, quando a diretoria permitiu que se espalhasse a notícia de que o treinador já era carta fora do baralho, e que Joel Santana já estava contratado. Tudo isso a poucas horas do decisivo jogo contra o Real Potosí, pela Libertadores.




Veja abaixo os principais motivos que levaram à demissão de Luxemburgo:
1 - Relacionamento ruim com R10


A amizade entre Vanderlei Luxemburgo e Ronaldinho Gaúcho foi se deteriorando ao longo do ano de 2011, crise que teve seu auge durante a pré-temporada deste ano, em Londrina.



O empresário e irmão de Ronaldinho, Assis, levou a insatisfação do jogador à diretoria. Com o impasse em relação à assinatura do contrato com a Traffic, que interrompeu o pagamento dos direitos de imagem e já devia R$ 3,75 milhões ao atleta, a pressão do craque sobre Luxemburgo caiu como luva para o vice de finanças, Michel Levy, e o diretor executivo de futebol, Luiz Augusto Veloso.





Luxemburgo, acuado, chegou a dizer que após os jogos contra o Potosí, com o time classificado para a Libertadores, iria se posicionar. Em Sucre, na Bolívia, onde o time fez período de adaptação à altitude para jogar contra o Real Potosí a 4.070m acima do nível do mar, Luxemburgo e Ronaldinho chegaram a posar juntos, sorridentes. O técnico deu entrevistas falando em relação "fraternal". Mas, a este ponto, a fritura já era irreversível.
Luxemburgo, acuado, chegou a dizer que após os jogos contra o Potosí, com o time classificado para a Libertadores, iria se posicionar. Em Sucre, na Bolívia, onde o time fez período de adaptação à altitude para jogar contra o Real Potosí a 4.070m acima do nível do mar, Luxemburgo e Ronaldinho chegaram a posar juntos, sorridentes. O técnico deu entrevistas falando em relação "fraternal". Mas, a este ponto, a fritura já era irreversível.






2 - Relacionamento ruim com Veloso e Levy

Não foram poucas as trocas de farpas públicas entre Vanderlei Luxemburgo e o vice de finanças do Flamengo, Michel Levy. A insatisfação pelo atraso de pagamento da premiação do título estadual invicto, declarada por Luxemburgo no palco da festa dos melhores do campeonato, foi o primeiro arranhão. Não tão distante, outra discussão via imprensa aconteceu em dezembro de 2011, com o técnico reclamando de interferências nas contratações, dizendo que a comissão técnica tinha de indicar e o financeiro deveria apenas se posicionar sobre ser possível ou não viabilizar a verba.





Os acontecimentos em janeiro mostraram nitidamente a perda de força do treinador. Viu nomes que vetou voltarem à pauta, como Douglas, do Grêmio, e jogador que não avalizou ser contratado, como o zagueiro Marcos González. Terminou a pré-temporada sem reforços e sequer teve tempo de utilizar Vágner Love, a principal contratação para 2012.





3 - Falta de respaldo da presidente Patrícia Amorim

Aos poucos, Luxemburgo já sentia desde 2011 que vinha perdendo os poderes de gestor do futebol que foram prometidos no momento da sua contratação, em outubro de 2010. Sempre defendeu a presidente Patrícia Amorim em entrevistas, mas não encontrou respaldo quando a crise atingia seu ápice em Londrina. Após reclamações de jogadores como Alex Silva e Deivid, que confirmaram publicamente o atraso nos direitos de imagem, o vice de finanças Michel Levy qualificou de "marqueteiros" os atletas que falaram sobre as dívidas.





Luxemburgo tomou as dores do elenco, afirmou que Levy foi "infeliz", mas se viu sem chão. Primeiro, Amorim respondeu em entrevista, o colocando apenas como treinador, não como um "manager". Depois, Alex Silva abandonaria a delegação que viajaria para a Bolívia.





4 - Falta de autonomia em questões disciplinares

A perda de poderes de Vanderlei Luxemburgo se tornou nítida em Londrina. Técnico que sempre teve a alcunha de disciplinador como marca registrada, se viu de mãos atadas diante de uma clara transgressão de regras no hotel que servia de concentração para a delegação. A estrela do time, Ronaldinho Gaúcho, burlou a segurança e levou uma mulher para o local. Questionado em entrevista coletiva, Luxemburgo evitou polêmica e fez o que tinha autoridade para fazer. Disse ter passado todos os fatos à diretoria e ponto final.





5 - Falta de autonomia nas contratações

Fazia tempo que Vanderlei Luxemburgo reclamava da lentidão no Flamengo na aprovação de verbas para contratações e também de interferência na parte técnica, como indicação de nomes. Em janeiro de 2012, viu o nome de um jogador que vetou voltar à pauta (Douglas, do Grêmio), teve um zagueiro contratado sem seu aval, Marcos González, e teve pouca ou nenhuma participação na negociação da principal contratação para a temporada, Vágner Love.



Os números de Luxemburgo Jogos Vitórias Empates Derrotas

2010 11 3 5 3

2011 69 33 26 10

2012 4 2 1 1Flamengo



6 - Sem poderes de "manager"

Pelo estatuto do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo não poderia ocupar a função de treinador, cargo remunerado, e de "manager" do futebol, enquadrado como cargo de confiança. Na época da contratação do técnico, a presidente Patrícia Amorim explicou a questão: "Ele é contratado como treinador e acumula algumas funções de forma espontânea. Mas não está no contrato dele que é manager. Ele é treinador, mas acaba nos ajudando em outras situações. Quem assina é o presidente, quem encaminha é o vice-presidente. Ele pode sugerir, atuar, mas não tem o poder de decisão. Essa caneta ele não tem".





Apesar de não ter a caneta, Luxemburgo tinha, inicialmente, a palavra final em alguns assuntos como contratações e questões disciplinares do elenco, autoridade que os acontecimentos em Londrina mostraram não existir mais. Sem o apoio dos dirigentes que fazer girar a engrenagem do futebol, ficou sem caneta e sem voz.

7 - Atraso de pagamentos


Problemas durante a temporada de 2011 levaram a atrasos de pagamentos, o que para Vanderlei Luxemburgo dificulta o trabalho, limitando o seu poder de cobrar o elenco. Se nos primeiros meses de 2011 a crise foi por conta de atraso da premiação pelo título estadual, em janeiro do ano seguinte, em Londrina, a falta de pagamento de direitos de imagem a diversos atletas do elenco fomentou uma crise com graves consequências: Alex Silva abandonou a delegação e foi afastado, Luxemburgo entrou em atrito irreversível com o vice de finanças Michel Levy.





Muitos fatores contribuíram para os atrasos, como a demora no acerto com um patrocinador master, que só aconteceu no segundo semestre e não foi renovado para 2012. O clube ainda busca interessado em pagar os R$ 25 milhões que pede para exposição de marca no espaço mais nobre do uniforme.





8 - Resultados apenas medianos

Desde que voltou ao Flamengo, os resultados obtidos por Vanderlei Luxemburgo foram apenas medianos. Em 2010, não fez grandes progressos para salvar a equipe do rebaixamento, perdendo a última rodada e permanecendo na Série A por combinação de resultados. Em 2011, conquistou um título estadual invicto mas, mesmo com a contratação de Ronaldinho Gaúcho, só conseguiu levar o Flamengo à primeira fase da Libertadores, ficando fora da briga pelas principais taças do ano.





9 - Jogadores descontentes com método de trabalho

Apesar de não confirmarem publicamente, o que se percebia e ouvia de jogadores em Londrina, na pré-temporada, era claro. Havia focos de insatisfação com o estilo de trabalho do treinador, embora também existisse quem o defendesse no grupo. A principal crise foi com Ronaldinho Gaúcho, estrela da companhia. Como aconteceu em 1995, quando dirigiu Romário no Flamengo, o técnico perdeu o cabo de guerra com o principal jogador do time. Na partida de quarta-feira à noite, contra o Potosí, apenas Leonardo Moura, autor do primeiro gol na vitória por 2 a 0, apontou para o técnico na concentração. Os demais jogadores sequer passaram perto da área técnica e Luxemburgo comemorou sozinho.





10 - Delegação sem dirigente na Bolívia e preparação de alto custo

A ausência de qualquer dirigente do alto escalão na delegação que fez período de adaptação à altitude em Sucre, na Bolívia, foi claro sinal de falta de respaldo da diretoria a Vanderlei Luxemburgo. O técnico se viu de mãos atadas diante dos problemas. Patrícia Amorim justificou alegando que a diretoria, em busca de recursos e contratações, tinha muitos afazeres no Rio. Nos últimos dias da estadia, a diretoria enviou um representante para ser chefe de delegação, o conselheiro Jorge Rodrigues, que serviria para amenizar também a crise entre Ronaldinho e o treinador. O custo da preparação foi bastante questionado internamente, especialmente pelo fato de o treinador ter levado diversos reservas que não foram utilizados a dois dias da partida em Potosí, o que onerou bastante o valor final da preparação, um total de R$ 550 mil.




Entre para a Torcida Virtual do Flamengo e comente a saída de Luxemburgo

Mário Negromonte cai e deputado assume Cidades

Folha de S.Paulo


Brasília – Indicado pelo PP, o ministro Mário Negromonte entregou ontem o pedido de demissão do Ministério das Cidades. O líder do partido na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), será o substituto.

Foi o sétimo ministro de Dilma Rousseff a cair sob suspeita de irregularidade, o primeiro neste ano, e o 9º ministro a deixar o governo.

Em carta entregue à presidente, no Palácio do Planalto, o ex-ministro disse que foi alvo de “denúncias vazias”. À reportagem, Negromonte afirmou que saiu por questões políticas: “Aqui não tem ilegalidade, não tem corrupção. O problema foi político. Não foi de gestão. Nenhuma denúncia vingou”.

Desde o ano passado, o ministro enfrentava desgaste no cargo. Foi envolvido em suspeitas de pagamentos de mesadas a colegas do PP, fraude num parecer de um projeto milionário da Copa do Mundo e direcionamento de emendas para favorecer sua mulher na Bahia.

Como revelou a reportagem, o ministro teve seu nome ligado a reuniões sigilosas com empresário e lobista na casa do federal João Pizzolatti (PP-SC). Negromonte participou de um dos encontros. O episódio derrubou o chefe de gabinete dele, Cássio Peixoto.

A queda de Negromonte é mais um capítulo da reforma ministerial em curso.

Sua gestão à frente do ministério nunca agradou à presidente Dilma. Ciente do desgaste e do risco de perder a pasta, o PP negociou sua saída. O nome de Aguinaldo Ribeiro, 42 anos, não é consenso na bancada, mas sempre foi bem visto no Planalto e teve o respaldo do presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ).

Ribeiro disse que, como ministro, vai trabalhar pela unidade do partido, que é aliado do governo: “Essa é nossa prioridade”.

Mário Negromonte cai e deputado assume Cidades

Folha de S.Paulo


Brasília – Indicado pelo PP, o ministro Mário Negromonte entregou ontem o pedido de demissão do Ministério das Cidades. O líder do partido na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), será o substituto.

Foi o sétimo ministro de Dilma Rousseff a cair sob suspeita de irregularidade, o primeiro neste ano, e o 9º ministro a deixar o governo.

Em carta entregue à presidente, no Palácio do Planalto, o ex-ministro disse que foi alvo de “denúncias vazias”. À reportagem, Negromonte afirmou que saiu por questões políticas: “Aqui não tem ilegalidade, não tem corrupção. O problema foi político. Não foi de gestão. Nenhuma denúncia vingou”.

Desde o ano passado, o ministro enfrentava desgaste no cargo. Foi envolvido em suspeitas de pagamentos de mesadas a colegas do PP, fraude num parecer de um projeto milionário da Copa do Mundo e direcionamento de emendas para favorecer sua mulher na Bahia.

Como revelou a reportagem, o ministro teve seu nome ligado a reuniões sigilosas com empresário e lobista na casa do federal João Pizzolatti (PP-SC). Negromonte participou de um dos encontros. O episódio derrubou o chefe de gabinete dele, Cássio Peixoto.

A queda de Negromonte é mais um capítulo da reforma ministerial em curso.

Sua gestão à frente do ministério nunca agradou à presidente Dilma. Ciente do desgaste e do risco de perder a pasta, o PP negociou sua saída. O nome de Aguinaldo Ribeiro, 42 anos, não é consenso na bancada, mas sempre foi bem visto no Planalto e teve o respaldo do presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ).

Ribeiro disse que, como ministro, vai trabalhar pela unidade do partido, que é aliado do governo: “Essa é nossa prioridade”.

Campeonato Carioca 2012 – Taça Guanabara : Volta Redonda derrota o Americano

Não foi desta vez que o Americano conquistou a primeira vitória no Campeonato Estadual. Nesta quinta-feira, dia 2 de fevereiro, o Alvinegro sucumbiu diante do Volta Redonda, no estádio da Cidadania, e foi derrotado por 2 a 0. Com o resultado, o time campista segue com apenas um ponto somado na Taça Guanabara. Já o Voltaço conquistou a sua segunda vitória na competição.




Para se recuperar na Taça Guanabara, o Americano se agarra nos três próximos jogos, todos marcados para o Godofredo Cruz contra Bangu, Friburguense e Fluminense. Já a equipe da Cidade do Aço, terá pela frente na próxima rodada, o Boavista, em Bacaxá.



Fonte: Assessoria de Imprensa – Agência FERJ

Campeonato Paulista 2012 – Paulistão : Santos empata com o Oeste, na volta dos titulares

No fechamento da quarta rodada, na noite desta quinta-feira (2), o Santos recebeu o Oeste, na Arena Barueri, e mesmo com os principais jogadores em campo, empatou por 1 a 1, em jogo válido pelo Paulistão Chevrolet 2012, em Barueri.




Com o resultado, o Santos chegou aos seis pontos e o Oeste aos dois pontos conquistados.



Com a volta dos titulares, o Santos partiu com tudo para cima do Oeste e dominou boa parte da primeira etapa. Com jogadas de Ganso, Neymar e Elano, o Peixe criou oportunidades seguidas de marcar, mas a marcação do time de Itápolis dificultava o arremate.



Aos 34 minutos, Elano cobrou falta com categoria e acertou o travessão do goleiro Zé Carlos. Na volta, a zaga afastou para escanteio. Ele mesmo foi para a cobrança e por pouco Borges não abriu a contagem, mas acabou chutando para fora.



O Oeste, numa das poucas tentativas, fez boa jogada com Tadeu, que cruzou fechado e Rafael espalmou pela linha de fundo. Pouco depois, em outro bom lance pela esquerda, Tadeu cruzou na medida para Wanderson, que fez o desvio de cabeça e abriu o placar em Barueri, aos 40 minutos.



Na segunda etapa, o Santos voltou com Ibson no lugar de Elano, e passou a pressionar a defesa do Oeste, que recuou e se posicionou nos contragolpes. Zé Carlos fez duas grandes defesas em chutes de Borges e Neymar, e pouco depois, aos 25 minutos, Durval levantou na área, a zaga tentou o corte, mas a bola sobrou para Ibson, que bateu cruzado e empatou para o Peixe.



Recuado, o Oeste continuou tomando sufoco e dois minutos depois, Neymar serviu Borges,que bateu rasteiro e Zé Carlos defendeu com dificuldades. Em cobrança de escanteio do Oeste, Tadeu pegou a sobra na área e acertou o travessão de Rafael. O lance encorajou o time,que deixou o campo defensivo e atacou nos minutos finais, mas o empate se manteve até o apito final.



Na próxima rodada, o Santos encara o primeiro clássico, contra o Palmeiras, em Presidente Prudente, já o Oeste enfrenta o XV de Piracicaba, no Barão de Serra Negra, em Piracicaba.



Ficha técnica



Santos 1 x 1 Oeste



Árbitro: Robério Pereira Pires;

Assistentes: Vicente Romano Neto e Gustavo Rodrigues de Oliveira;

Assistentes adicionais: Maurício Antonio Fioretti e Philippe Lombard;

Quarto árbitro: Renato Aparecido Fazanaro Canadinho;

Data: 02 de fevereiro, às 21h00;

Local: Arena Barueri, em Barueri.



Santos: Rafael; Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; Henrique (Alan Kardec), Arouca, Elano (Ibson) e PH Ganso; Neymar e Borges.

Técnico: Muricy Ramalho



Oeste: Zé Carlos; Adriano Alves, Cris e Éder Lima; Leandro Melo, Dionísio, Wanderson (Gualberto), Roger (Assizinho) e Fernandinho; Mazinho (Serginho) e Tadeu.

Técnico: Estevam Soares.



Gols: Wanderson (OES), aos 40’ do primeiro tempo; Ibson (SAN), aos 25’ do segundo tempo



CA: Adriano, Cris, Leandro Melo, Roger e Gualberto (OES); Bruno Rodrigo (SAN)



Fonte: FPF